quinta-feira, 28 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
http://educar-sonialotus.blogspot.com.br/2009/06/necessidade-de-uma-nova-etica-para-o.html
A NECESSIDADE DE UMA NOVA ÉTICA PARA O MUNDO GLOBALIZADO
A NECESSIDADE DE UMA NOVA ÉTICA PARA O MUNDO GLOBALIZADO
É próprio do ente humano (animal social) buscar interação com semelhantes e com o ambiente que o cerca, respondendo as necessidades que sua condição humana determina, ultrapassando a simples sobrevivência, atendendo as solicitações de sua consciência viva (consciência de si, consciência de estar), o que realiza por intermédio de sua capacidade racional, sensibilidade e imaginação. Como “ente no mundo”, ligado no convívio social ao coletivo, sua resposta mais imediata é reagir a um conjunto de “representações de mundo” comunicadas por meio da linguagem padrão da comunidade a qual pertence, ou do simples contato com semelhantes próximos. O indivíduo assimila assim, gradativamente, uma cultura social.
Cada comunidade humana tomada em particular tende a produzir “representações de mundo” em consonância com o ambiente onde vive. Mas, hoje nos deparamos com o fenômeno da globalização não apenas econômica, mas, também cultural alavancada pela disseminação da cultura ocidental e do modo de produção capitalista (originado nas comunidades européias) pelo planeta. Esse processo de “unificação cultural” do mundo pode ser visto como um embate entre culturas diversas e adaptação à “moda global” por parte de culturas locais, quando essas não sucumbem às representações de mundo hegemônicas.
Reconhecendo o homem como animal social, não podemos, porém, esquecer as peculiaridades subjetivas de cada indivíduo humano. Um indivíduo humano não é simples parte do coletivo, mas é também consciência em interação com o mundo e nesse sentido afirmamos a dependência do homem com relação à natureza. A forma como cada indivíduo humano irá reagir ao mundo será própria de seu “eu”, levando em consideração a realidade na qual sua consciência vive. Esses pressupostos são imprescindíveis para um maior esclarecimento sobre a realidade humana na contemporaneidade, na era da globalização que intensifica choques culturais.
Mas, a globalização cultural não é destruição de diferenças, muitas das quais se assumem em contraponto a essa situação histórica.
Partindo de um olhar sobre a situação das diferenças culturais no mundo e das diferenças individuais dadas pela subjetividade de cada ente humano, obrigado somos a pensar uma teoria (visão) que oriente nosso agir no mundo guiando nosso comportamento diante do “outro”. Uma ética pensada para a nova situação do mundo humano, algo para atender a realidade contemporânea, fundamentada em princípios filosóficos que assegurem a afirmação das peculiaridades de cada indivíduo desde que suas ações não prejudiquem a sociedade e a natureza da qual é parte consciente.
As diferenças, a variedade de representações de mundo, podem ser positivas para a espécie humana, mas só uma ética para a convivência pode amenizar o embate entre culturas e a violência social quando esses nascem do desespero e do desprezo pelo “outro”. Tal ética é uma exigência de nossa capacidade racional, instigada por uma volição de transformar o mundo em um ambiente mais propício para a vida humana. Essa possibilidade pode ser construída não só através da reflexão filosófica (preocupada com a práxis social), mas, também por intermédio do desenvolvimento da democracia participativa, sem a qual não pode vingar.
Paulo Vinícius Nascimento Coelho
Licenciado em Filosofia pela UFSM ; Especialista em Pensamento Político Brasileiro.
A NECESSIDADE DE UMA NOVA ÉTICA PARA O MUNDO GLOBALIZADO
A NECESSIDADE DE UMA NOVA ÉTICA PARA O MUNDO GLOBALIZADO
É próprio do ente humano (animal social) buscar interação com semelhantes e com o ambiente que o cerca, respondendo as necessidades que sua condição humana determina, ultrapassando a simples sobrevivência, atendendo as solicitações de sua consciência viva (consciência de si, consciência de estar), o que realiza por intermédio de sua capacidade racional, sensibilidade e imaginação. Como “ente no mundo”, ligado no convívio social ao coletivo, sua resposta mais imediata é reagir a um conjunto de “representações de mundo” comunicadas por meio da linguagem padrão da comunidade a qual pertence, ou do simples contato com semelhantes próximos. O indivíduo assimila assim, gradativamente, uma cultura social.
Cada comunidade humana tomada em particular tende a produzir “representações de mundo” em consonância com o ambiente onde vive. Mas, hoje nos deparamos com o fenômeno da globalização não apenas econômica, mas, também cultural alavancada pela disseminação da cultura ocidental e do modo de produção capitalista (originado nas comunidades européias) pelo planeta. Esse processo de “unificação cultural” do mundo pode ser visto como um embate entre culturas diversas e adaptação à “moda global” por parte de culturas locais, quando essas não sucumbem às representações de mundo hegemônicas.
Reconhecendo o homem como animal social, não podemos, porém, esquecer as peculiaridades subjetivas de cada indivíduo humano. Um indivíduo humano não é simples parte do coletivo, mas é também consciência em interação com o mundo e nesse sentido afirmamos a dependência do homem com relação à natureza. A forma como cada indivíduo humano irá reagir ao mundo será própria de seu “eu”, levando em consideração a realidade na qual sua consciência vive. Esses pressupostos são imprescindíveis para um maior esclarecimento sobre a realidade humana na contemporaneidade, na era da globalização que intensifica choques culturais.
Mas, a globalização cultural não é destruição de diferenças, muitas das quais se assumem em contraponto a essa situação histórica.
Partindo de um olhar sobre a situação das diferenças culturais no mundo e das diferenças individuais dadas pela subjetividade de cada ente humano, obrigado somos a pensar uma teoria (visão) que oriente nosso agir no mundo guiando nosso comportamento diante do “outro”. Uma ética pensada para a nova situação do mundo humano, algo para atender a realidade contemporânea, fundamentada em princípios filosóficos que assegurem a afirmação das peculiaridades de cada indivíduo desde que suas ações não prejudiquem a sociedade e a natureza da qual é parte consciente.
As diferenças, a variedade de representações de mundo, podem ser positivas para a espécie humana, mas só uma ética para a convivência pode amenizar o embate entre culturas e a violência social quando esses nascem do desespero e do desprezo pelo “outro”. Tal ética é uma exigência de nossa capacidade racional, instigada por uma volição de transformar o mundo em um ambiente mais propício para a vida humana. Essa possibilidade pode ser construída não só através da reflexão filosófica (preocupada com a práxis social), mas, também por intermédio do desenvolvimento da democracia participativa, sem a qual não pode vingar.
Paulo Vinícius Nascimento Coelho
Licenciado em Filosofia pela UFSM ; Especialista em Pensamento Político Brasileiro.
http://w3.ufsm.br/csociais/arquivos/tcc/PAULO-VINiCIUS-NASCIMENTO-COELHO.pdf
A DEMOCRACIA COMO BASE DE SUSTENTAÇÃO
DO CAPITALISMO GLOBALIZADO E AS
CONTRADIÇÕES DO SISTEMA
MONOGRAFIA DE GRADUAÇÃO
PAULO VINÍCIUS NASCIMENTO COELHO
Santa Maria, RS, Brasil
2011
Sumário
INTRODUÇÃO................................................................................01
1.CAPITALISMO: DEFININDO O CONCEITO..............................0.3
1.1.O Capitalismo Como Modo De Produção. A Concepção Do Materialismo Histórico
Dialético............................................................................................. ...............04
1.1.2. O Materialismo Histórico e a questão democrática............................... .17
1.2. Weber E O Espírito Do Capitalismo. ..........................................................27
1.2.2. A Concepção Weberiana De Democracia.............................................. .35
2.DEMOCRACIA E LIBERALISMO: O JOGO DIALÉTICO............40
2.2.A Questão da Propriedade Privada............................................................. 43
2.2.Liberalismo e Conservadorismo: restrições à Democracia. ......................48
3.CONSOLIDAÇÃO DO MODELO LIBERAL DE DEMOCRACIA NO
MUNDO GLOBALIZADO. ...............................................................52
3.1. Uma História De Guerras E Agitação Social............................................. 52
3.2. O discurso liberal : moldando-se ao momento.......................................... 58
4.TEATRO DEMOCRÁTICO NO ENREDO DO MERCADO......... 63
5. O MERCADO GLOBALIZADO E OS ESTADOS NAÇÃO........ 73
6. O LIVRE MERCADO, CONSEQÜÊNCIAS HUMANAS E ENTRAVES
À DEMOCRACIA............................................................................ 76
7. O DESEQUILÍBRIO DO MUNDO CAPITALISTA E A BUSCA DE
ALTERNATIVAS............................................................................ 79
8. A CRISE DO CONTRATO SOCIAL MODERNO....................... 84
9. O ESTADO E A PROMOÇÃO DE CIDADANIA NA ERA DO
MERCADO INTERNACIONAL. .....................................................87
CONCLUSÃO................................................................................. 92
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.............................................. 93
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-06-12/meta-de-investimento-em-educacao-so-diminuiria-desafios-a-partir-de-2050.html
Meta de investimento em educação só diminuiria desafios a partir de 2050
Estudo mostra que, mesmo se melhor proposta para PNE fosse aprovada - de 10% do PIB para Educação - Brasil levaria décadas para atingir nível de países desenvolvidos
Priscilla Borges - iG Brasília | 12/06/2012 07:00:00
Texto:
As metas de investimento em educação propostas pelo governo, pelos parlamentares ou pela sociedade são insuficientes para que o Brasil, em curto prazo, atinja o nível de gastos no setor feito pelos países desenvolvidos. Investir 7,5% ou 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação significa esperar até 2050, ou na melhor das hipóteses até 2040, para o País se equiparar ao nível de investimentos feitos pelas nações com menores desafios na área.
A conclusão é do professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Nelson Cardoso Amaral. Doutor em educação, Amaral fez um estudo comparando os investimentos feitos pelo Brasil em educação e diversos outros países. Para isso, cruzou não só as informações de gastos em relação ao PIB, como também o tamanho da população em idade escolar de cada um. “Só o percentual do PIB não dá conta do significado do investimento de um país”, diz.
Por isso, para o professor, a votação do Plano Nacional de Educação (PNE) – que traça as metas educacionais para o País na próxima década e começa nesta terça-feira no Congresso Nacional – definirá mais do que um percentual de investimento. “O plano vai definir o tamanho do esforço que o Brasil pretende fazer para priorizar a educação e em quanto tempo o País quer atingir os desafios educacionais que possui”, pondera Amaral.
A análise elaborada pelo professor considerou 27 países com realidades distintas. Todos os cálculos foram feitos por Amaral com base nos valores do PIB corrigidos com a paridade do poder de compra em cada país, o tamanho da população em idade educacional e o quanto cada nação investe em educação por aluno. A média de todos os países foi de US$ 4,4 mil em 2010 por pessoa em idade educacional (cerca de R$ 9 mil).
Orçamento triplicado
Pelos cálculos de Amaral, o Brasil investia US$ 959 – R$ 1.965 por pessoa em idade educacional. O valor é ainda menor que o gasto com os alunos já matriculados nas escolas, cerca de R$ 2 mil em média. Se destinasse os 7,5% do PIB para educação, o gasto por aluno triplicaria – chegaria a R$ 6 mil/ano por pessoa em 2020 – mas ainda estaria longe da média de investimentos feitos pelos países com menores desafios educacionais, que chega a US$ 7,9 mil por ano (R$ 16 mil, aproximadamente).
Se a meta for mantida, o País só atingiria valores semelhantes após 2050. “Os valores médios seriam mais rapidamente alcançados pelo Brasil se fossem aplicados percentuais com valores mais próximos dos 10%, claro. O Brasil atingiria a média dos países mais desenvolvidos em 2040”, diz.
Polêmica
O financiamento da educação é o ponto mais polêmico do PNE. União, Estados e municípios aplicaram juntos 5,1% do PIB na área em 2010 (último dado consolidado). Àquela época, o PIB brasileiro chegou a R$ 3,675 trilhões e, portanto, R$ 187 bilhões foram para a educação. O governo federal, no texto original encaminhado ao Congresso, sugeriu um índice de investimento direto de 7% do PIB ao longo da década.
Entidades da sociedade civil, porém, defendem pelo menos 10%. O deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), relator do projeto na Câmara, propôs um substitutivo do projeto com 7,5% do PIB. Em valores atuais, a proposta do deputado chegaria a R$ 310 bilhões destinados à educação em 2020. Para a sociedade, o valor mínimo deveria ser de R$ 414 bilhões.
Amaral lembra que, a partir de 2030, o Brasil entrará na faixa dos países que possuem menos de 30% de sua população em idade educacional. Por isso, acredita que os dois próximos planos decenais de educação precisam ser mais ousados. Depois, a dinâmica populacional contribuirá para diminuir os problemas do País.
Segundo Amaral, a maioria dos países com mais problemas na área possui mais de um terço de sua população em idade educacional. Nos cálculos do professor, baseados em 2010, o Brasil tinha 45% de seus habitantes – 84,4 milhões de pessoas – dentro da faixa etária que deveria estudar. Apenas Cuba estava fora do padrão, com 26% da população nessa situação.
“Em geral, os países em que a estrutura populacional já se estabilizou com as faixas etárias em idades educacionais abaixo de 30% possuem menores dificuldades educacionais”, afirma. No ranking elaborado por Amaral, o Brasil aparece na sétima posição entre os 27 países analisados, atrás do Yemen, Índia, Paraguai, Bolívia, Indonésia e China.
Meta de investimento em educação só diminuiria desafios a partir de 2050
Estudo mostra que, mesmo se melhor proposta para PNE fosse aprovada - de 10% do PIB para Educação - Brasil levaria décadas para atingir nível de países desenvolvidos
Priscilla Borges - iG Brasília | 12/06/2012 07:00:00
Texto:
As metas de investimento em educação propostas pelo governo, pelos parlamentares ou pela sociedade são insuficientes para que o Brasil, em curto prazo, atinja o nível de gastos no setor feito pelos países desenvolvidos. Investir 7,5% ou 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação significa esperar até 2050, ou na melhor das hipóteses até 2040, para o País se equiparar ao nível de investimentos feitos pelas nações com menores desafios na área.
A conclusão é do professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Nelson Cardoso Amaral. Doutor em educação, Amaral fez um estudo comparando os investimentos feitos pelo Brasil em educação e diversos outros países. Para isso, cruzou não só as informações de gastos em relação ao PIB, como também o tamanho da população em idade escolar de cada um. “Só o percentual do PIB não dá conta do significado do investimento de um país”, diz.
Por isso, para o professor, a votação do Plano Nacional de Educação (PNE) – que traça as metas educacionais para o País na próxima década e começa nesta terça-feira no Congresso Nacional – definirá mais do que um percentual de investimento. “O plano vai definir o tamanho do esforço que o Brasil pretende fazer para priorizar a educação e em quanto tempo o País quer atingir os desafios educacionais que possui”, pondera Amaral.
A análise elaborada pelo professor considerou 27 países com realidades distintas. Todos os cálculos foram feitos por Amaral com base nos valores do PIB corrigidos com a paridade do poder de compra em cada país, o tamanho da população em idade educacional e o quanto cada nação investe em educação por aluno. A média de todos os países foi de US$ 4,4 mil em 2010 por pessoa em idade educacional (cerca de R$ 9 mil).
Orçamento triplicado
Pelos cálculos de Amaral, o Brasil investia US$ 959 – R$ 1.965 por pessoa em idade educacional. O valor é ainda menor que o gasto com os alunos já matriculados nas escolas, cerca de R$ 2 mil em média. Se destinasse os 7,5% do PIB para educação, o gasto por aluno triplicaria – chegaria a R$ 6 mil/ano por pessoa em 2020 – mas ainda estaria longe da média de investimentos feitos pelos países com menores desafios educacionais, que chega a US$ 7,9 mil por ano (R$ 16 mil, aproximadamente).
Se a meta for mantida, o País só atingiria valores semelhantes após 2050. “Os valores médios seriam mais rapidamente alcançados pelo Brasil se fossem aplicados percentuais com valores mais próximos dos 10%, claro. O Brasil atingiria a média dos países mais desenvolvidos em 2040”, diz.
Polêmica
O financiamento da educação é o ponto mais polêmico do PNE. União, Estados e municípios aplicaram juntos 5,1% do PIB na área em 2010 (último dado consolidado). Àquela época, o PIB brasileiro chegou a R$ 3,675 trilhões e, portanto, R$ 187 bilhões foram para a educação. O governo federal, no texto original encaminhado ao Congresso, sugeriu um índice de investimento direto de 7% do PIB ao longo da década.
Entidades da sociedade civil, porém, defendem pelo menos 10%. O deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), relator do projeto na Câmara, propôs um substitutivo do projeto com 7,5% do PIB. Em valores atuais, a proposta do deputado chegaria a R$ 310 bilhões destinados à educação em 2020. Para a sociedade, o valor mínimo deveria ser de R$ 414 bilhões.
Amaral lembra que, a partir de 2030, o Brasil entrará na faixa dos países que possuem menos de 30% de sua população em idade educacional. Por isso, acredita que os dois próximos planos decenais de educação precisam ser mais ousados. Depois, a dinâmica populacional contribuirá para diminuir os problemas do País.
Segundo Amaral, a maioria dos países com mais problemas na área possui mais de um terço de sua população em idade educacional. Nos cálculos do professor, baseados em 2010, o Brasil tinha 45% de seus habitantes – 84,4 milhões de pessoas – dentro da faixa etária que deveria estudar. Apenas Cuba estava fora do padrão, com 26% da população nessa situação.
“Em geral, os países em que a estrutura populacional já se estabilizou com as faixas etárias em idades educacionais abaixo de 30% possuem menores dificuldades educacionais”, afirma. No ranking elaborado por Amaral, o Brasil aparece na sétima posição entre os 27 países analisados, atrás do Yemen, Índia, Paraguai, Bolívia, Indonésia e China.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
"Estamos convencidos de que o pior mal, tanto para a humanidade quanto para a verdade e o progresso, é a Igreja. Poderia ser de outra forma? Pois não cabe à Igreja a tarefa de perverter as gerações mais novas e especialmente as mulheres? Não é ela que, através de seus dogmas, suas mentiras, sua estupidez e sua ignomínia tenta destruir o pensamento lógico e a ciência? Não é ela que ameaça a dignidade do homem, pervertendo suas ideias sobre o que é bom e o que é justo? Não é ela que transforma os vivos em cadáveres, despreza a liberdade e prega a eterna escravidão das massas em benefício dos tiranos e dos exploradores? Não é essa mesma Igreja implacável que procura perpetuar o reino das sombras, da ignorância, da pobreza e do crime? Se não quisermos que o progresso seja, em nosso século, um sonho mentiroso, devemos acabar com a Igreja."
Mikhail Bakunin
"Sou um amante fanático da liberdade, considerando-a como o único espaço onde podem crescer e desenvolver-se a inteligência, a dignidade e a felicidade dos homens; não esta liberdade formal, outorgada e regulamentada pelo Estado, mentira eterna que, em realidade, representa apenas o privilégio de alguns, apoiada na escravidão de todos; (...) só aceito uma única liberdade que possa ser realmente digna desse nome, a liberdade que consiste no pleno desenvolvimento de todas as potencialidades materiais, intelectuais e morais que se encontrem em estado latente em cada um (...)"
Mikhail Bakunin
Mikhail Bakunin
quarta-feira, 30 de maio de 2012
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